-Moisés agiu sob efeito de alucinógenos, diz professor

por Paulo Teixeira 

De vez em quando, o Príncipe das Trevas usa alguém que está em eminência para contestar a infalível Palavra de Deus e seus escritos.

Na reportagem abaixo, lê-se uma matéria, onde certamente é mais uma, das muitas inspirações malignas.

Se cremos nas besteiras citadas na reportagem, teremos que crer que, na verdade, Moisés não viu o povo atravessar o Mar Vermelho, mas tal episódio descrito por ele, em Êxodo, foi, também, efeito de suas alucinações. E, por conseguinte, a Terra de Canaã não foi ocupada pelos israelitas. Só rindo deste pobre professor, autor do artigo insano !

Certamente foi o autor do artigo que deu ouvido a vozes estranhas que o levou a deturpar o texto bíblico, e não Moisés.

Professor israelense afirma que Moisés agiu sob efeito de alucinógenos

Em um artigo provocador publicado nesta semana no “Time and Mind”, uma revista científica dedicada à filosofia, Shanon considera que o consumo de psicotrópicos fazia parte dos rituais religiosos dos judeus mencionados pelo livro do Êxodo na Bíblia.

O profeta Moisés estava sob efeito de poderosos alucinógenos quando desceu o monte Sinai e apresentou ao povo judeu os Dez Mandamentos, afirma Benny Shanon, professor do Departamento de Psicologia Cognitiva da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Em um artigo provocador publicado nesta semana no “Time and Mind”, uma revista científica dedicada à filosofia, Shanon considera que o consumo de psicotrópicos fazia parte dos rituais religiosos dos judeus mencionados pelo livro do Êxodo na Bíblia.

“Em relação a Moisés no monte Sinai, trata-se de um acontecimento cósmico sobrenatural no qual não acredito, ou de uma lenda na qual também não creio, ou, e isso é muito provável, de um acontecimento que uniu Moisés e o povo de Israel sob o efeito de alucinógenos”, afirmou o professor à rádio pública israelense.

Sinestesia

“A Bíblia afirma nesse sentido que ‘o povo vê sons’ e esse é um fenômeno muito clássico, por exemplo na tradição da América Latina, onde se pode ‘ver’ a música”, acrescentou. Ele também mencionou os exemplos da sarça ardente e da Árvore do Conhecimento no Jardim do Éden, indicando que, nos desertos do Sinai egípcio e do Neguev israelense, há ervas e plantas alucinógenas que os beduínos ainda utilizam.

De acordo com o professor Shanon, as sociedades tradicionais xamânicas utilizam alucinógenos em seus ritos religiosos. “Mas essa utilização está submetida a regras muito estritas”, explica. “Fui convidado em 1991 para uma cerimônia religiosa no norte da Amazônia, no Brasil, durante a qual provei um preparado feito com uma planta, a ayahuasca, e tive visões de conotação espiritual e religiosa”, acrescentou.

Segundo o pesquisador, os efeitos psicodélicos das bebidas preparadas com a ayahuasca são comparáveis aos produzidos pelas bebidas fabricadas com o córtex da acácia. A Bíblia menciona essa árvore freqüentemente, e sua madeira é parecida com a que foi utilizada para talhar a Arca da Aliança.

Só não tentou explicar se as dez pragas do Egito e o Mar Vermelho se abrindo para os hebreus passarem e afogando todo o exército egípcio era também fruto de alucinações.

Fonte: O Verbo

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