-Pressão Total. Campanha estatal “Brasil Livre da Rubéola” se estenderá agora diretamente aos lares. Foi vacinado? E agora?

Governo decide levar vacina até a casa de quem ainda não se vacinou.

Pessoas vacinadas reclamam dos efeitos das vacinas. Mesmo assim, campanha estatal “Brasil Livre da Rubéola” se estenderá agora diretamente aos lares.

Alegando que “boatos” espalhados na internet prejudicaram a campanha, Ministério da Saúde havia determinado a prorrogação de seu projeto de vacinar brasileiros.

Segundo o jornal O Dia [1], na cidade de “Duque de Caxias, RJ, a meta era de que 95% da população fossem vacinados, mas até 9 de setembro apenas 54% procuraram pelos postos de saúde”. Baseando-se em informações do Ministério da Saúde, o jornal atribuiu o baixo número aos “boatos” de internet. Mais especificamente, O Dia mencionou o seguinte artigo de minha autoria (http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/o-que-est-por-trs-da-campanha-brasil.html).

Por isso, houve prorrogações em setembro e outubro, mas parece que essas medidas foram insuficientes. Agora, o governo resolveu adotar outra estratégia: ir diretamente à casa de quem não se vacinou. Se você não foi até a vacina, o governo vai levá-la até você! De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, “técnicos farão visitas às casas para avaliar quem recebeu a imunização. Os técnicos questionarão se o entrevistado foi vacinado contra a rubéola e, em caso de negativa, o motivo pelo qual ainda não procurou uma unidade de saúde para ser imunizado. Após responder ao questionário, as pessoas identificadas como ainda não vacinadas receberão a vacina no local” [2]. O objetivo inicial, que está sendo implementado no Estado de São Paulo, é alcançar 200 mil pessoas até dezembro.

Um leitor do meu blog acaba de me escrever para relatar sua estranha experiência:

Quinta feira fui abordado por duas pessoas de branco dentro do condomínio onde vivo, que me mostraram um cartaz horrível com fotos de crianças deformadas segundo eles pela rubéola congênita. Feita esta pequena seção de coação, me perguntaram se eu não gostaria de tomar a tal vacina.

Disse que não e fui embora, mas não pude deixar de pensar… o governo nunca se esforça em nada que seja a respeito do bem da população. Não é estranho que estejam agora dentro de propriedade particular, tentando convencer as pessoas, na base do medo, a tomar a vacina contra rubéola? De onde vem tanto esforço e interesse? Difícil não desconfiar, né?

Tenho 33 anos e nunca recebi e nem conheço alguém que tenha recebido em casa a visita do tal “médico da família”, programa que quase todos os governos alegam ter. E do nada sou abordado quase que a força para tomar vacina? Estranho…[3]

A campanha “Brasil Livre da Rubéola” está chegando a um nível extremo onde nos próprios lares as pessoas receberão visitas e ficarão sob a pressão de técnicos e agentes de saúde. O governo quer assim garantir que os que leram “boatos” não percam de forma alguma seu “direito democrático” à vacina. Nem mesmo eu poderia imaginar que meu alerta de saúde levaria o governo a ficar tão interessado em visitar seus súditos!

Movida evidentemente por nobres interesses e preocupações, Sua Majestade pró-aborto quer apenas assegurar que os bebês em gestação de seus súditos não sofram aborto ou outras complicações. Vamos então receber com carinho os nobres agentes de saúde em nossos lares, para nos aplicarem a nobre agulhada!

Representante do Ministério da Saúde faz contato com Julio Severo
Quando eu estava em Brasília participando de um recente evento pró-vida, recebi um email dizendo: “Meu nome é Cristina e em nome do Ministério da Saúde envio algumas informações sobre as dúvidas citadas no seu post”. Entre outras defesas à campanha, ela acrescentou: “O público-alvo da campanha são 70 milhões de homens e mulheres em todo o Brasil. É importante que quem já se vacinou ou já tenha tido a doença, se vacine novamente. Assim, reforça o nível de imunidade contra a Rubéola e Sarampo, evitando possíveis danos à saúde”. Ela finalizou o email deixando suas credenciais: Cristina Carnaval, Diretoria de Planejamento de VRM e Inovação, Addcomm — Sua Nova Agência Digital, Uma empresa Ideiasnet.

Ela deixou claro o ilógico do ilógico: vacinar quem já teve rubéola ou quem já foi vacinado. Quem está ganhando com tal propaganda falsa? Não é preciso ser médico para saber que quem já teve rubéola, nunca mais a terá. Além de trabalhar para o Ministério da Saúde, Cristina Carnaval faz parte da diretoria de Addcomm, um grupo que faz propaganda para empresas comerciais, inclusive farmacêuticas. [4]

Essa defesa irracional da vacinação veio de uma funcionária governamental com ligações empresariais. Há alguma dúvida de que empresas que lucram com vacinações saem ganhando quando todos atendem à convocação estatal para se vacinar?

Descaso e dissimulação para com os vacinados
Se a reação das autoridades estatais e das empresas farmacêuticas aos questionamentos do meu artigo foi tratá-lo como “boatos”, os questionamentos do público não receberam tratamento melhor. O site “Brasil Livre da Rubéola”, que faz propaganda da vacinação, simplesmente desconversou os brasileiros vacinados que lá contaram ter sofrido efeitos da vacina e pedem esclarecimentos. Dois dos comentários dizem:

Comentário enviado por Fabio: Olá, eu tomei a vacina no dia 20/08 e uns 9 dias depois surgiram ínguas no pescoço e atrás da orelha. Também apareceu um pequeno carocinho no pescoço, as ínguas doíam nos primeiros dias, mas hoje (10/09) elas não doem mais, mas ainda estão com volume alterado. Isso pode ser reação da vacina? Vi que nas explicações de vocês sempre citam isso como reação que ocorre em algumas crianças, mas no meu caso que tenho 31 anos, poderia ser também? Obrigado. [5]

Comentário enviado por Danilo Miranda: Tomei vacina da rubéola no dia 29/08 e fiquei doente no dia 09/10, já fui ao médico e foi constatado que é rubéola. Acho muito estranho pois já contactei outras pessoas que ocorreram o mesmo. [6]

Muitas mulheres também escreveram para o site governamental “Brasil Livre da Rubéola”, preocupadas porque descobriram que, ao se vacinarem, estavam grávidas. Embora toda a literatura médica disponível fortemente desaconselhe a vacinação em grávidas, houve muitos casos. E agora? A vacinação, que tinha como objetivo proteger bebês em gestação, acabou colocando em perigo a saúde de bebês em gestação, ao expô-los propositadamente ainda no útero ao contato com o vírus da rubéola.

A resposta do Ministério da Saúde às grávidas preocupadas foi: “Não há nenhuma comprovação de que a vacine cause algum mal ao bebê”. Qualquer preocupação ou questionamento ligado à vacina recebeu do Ministério contra a Saúde uma resposta aliviadora e dissimuladora.

Confiando a saúde dos bebês em gestação ao “ilustre” Ministro pró-aborto
Muitas pessoas teriam dificuldade de confiar num funcionário governamental que proclama ser a favor de matar filhotinhos de gato ou cachorro. Sem dúvida alguma, ele seria capaz de cometer outras maldades também, inclusive mentir. Mas o que há na campanha contra a rubéola é muito mais grave. O funcionário estatal José Gomes Temporão (ou Temporal, dependendo de que ângulo se veja suas intenções) proclama sem rodeios seu apoio à legalização do aborto. Do que ele seria capaz? Bem, pergunte aos bebês em gestação!

E por falar em aborto e bebês em gestação, o povo brasileiro, que está acostumadíssimo a desempenhar o papel de gado de curral diante das vontades e insanidades do governo, optou por acreditar, conforme o ministro Temporal, que a campanha “Brasil Livre da Rubéola” tem como alvo proteger 17 bebês anuais que poderiam anualmente contrair a rubéola de suas mães infectadas. Acredite se quiser, Temporal tem grande carinho pelos bebês em gestação. Esse carinho estranho e repentino mais parece boato. A pergunta que fica é: Boatos estatais devem ser cridos?

Diretor de escola corajosamente protege alunos da vacina da rubéola
É verdade que não se sabe até que ponto a vacina da rubéola está sendo usada para propósitos de controle populacional no Brasil. Mas existe uma polêmica ligada à vacina da rubéola: o uso de bebês abortados. Com base no fato muito pouco conhecido de que a vacina da rubéola foi originalmente derivada de células tomadas dos pulmões de um bebê americano deliberadamente abortado na década de 1960, um importante colégio católico da Inglaterra se retirou de um programa nacional de vacinação. O Colégio Ampelforth, de North Yorkshire, anunciou que não permitiria que seus alunos — todos meninos — recebessem a vacina da rubéola.

Em declaração oficial, o diretor da escola disse: “Cremos que chegou a hora de nos certificarmos de que os produtos ligados ao aborto jamais sejam usados de novo para propósitos médicos. Temos agora de dar testemunho dos valores que defendemos”.

A rubéola é uma doença bem branda de 24 horas em crianças e a imunidade natural é permanente. Contudo, a rubéola pode ser perigosa para alguns bebês em gestação se a mãe pegá-la durante os três primeiros meses de gravidez. Os bebês com a rubéola congênita podem ter corações defeituosos, ser surdos, cegos ou problemas mentais. Contudo, mesmo quando a mãe pega rubéola na gravidez, a maioria dos bebês não é assim afetada.

A vacina da rubéola atualmente usada na maioria dos países foi desenvolvida depois que pesquisadores americanos no Instituto Wistar cultivaram o vírus da rubéola a partir de um bebê que foi deliberadamente abortado por uma mãe infectada com a rubéola. Essa vacina é chamada RA 27/3 porque o vírus da rubéola foi isolado no 27º bebê deliberadamente abortado enviado ao Instituto Wistar na epidemia de rubéola de 1964. Os pesquisadores não conseguiram cultivar a rubéola dos órgãos dos primeiros 26 bebês enviados ao Wistar. Esses bebês haviam sido propositadamente abortados por médicos.

O diretor do Colégio Ampelforth na Inglaterra comentou: “A fim de eliminar o desejo entre cientistas biomédicos de querer órgãos de bebês abortados, temos a obrigação de não aceitar a vacinação da rubéola”.[7]

Campanha “Brasil Livre da Rubéola” trouxe risco para pacientes hospitalares
Outro grande risco que a campanha do governo trouxe foi para os bancos de sangue em diferentes pontos do Brasil, provocando o desabastecimento principalmente em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraíba. Por causa da vacinação, os bancos de sangue ficaram com os estoques em situação crítica, pois a pessoa vacinada fica proibida de doar sangue durante 30 dias.

Durante essa crise, o Dr. Dante Langhi Júnior, diretor administrativo da Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, alertou: “É uma situação crítica que nunca foi vista. Há risco real de morte para pacientes que precisam de plaquetas”. O Ministério da Saúde literalmente colocou vidas em risco.[8]

Nem todos estão se deixando levar pela propaganda do “ilustre” Ministro pró-aborto. Recentemente, um médico advertiu a mim e minha esposa a evitarmos a vacina da rubéola. Mundo pequeno, não? Aproveitei e relatei-lhe outros absurdos ligados à vacinação governamental, especialmente a obrigatoriedade de vacinar as crianças, sob a ameaça de multas e até perda da guarda dos filhos. O médico, dono de clínica particular, mostrou-se surpreso, dizendo que não sabia que o governo brasileiro era tão duro. O importante é que pude colocá-lo a par da realidade vacinal no Brasil.

Liberdade individual X sonegação de direitos e informações
Eu não sou do tipo que engole tudo, principalmente quando a fonte — o governo — que dá garantias sobre as vacinas é a mesma que oferece à população do Brasil uma péssima assistência de saúde. A realidade estatal de saúde fala por si e fala acima da eloqüente defesa estatal às vacinas.

Não é prudente crer e acolher tudo o que vem do Estado. Por exemplo, só porque o ministro contra a Saúde Temporal acha que o aborto é certo (e tem ele lá seus argumentos para esse tipo de assassinato), isso não significa que tenhamos todos de respeitar ou baixar a cabeça diante do “ilustre” médico pró-aborto.

Invariavelmente, quando as mães levam seus filhos para vacinar, não é garantido a elas o direito de saber todos os efeitos colaterais e adversos das vacinas. Sonegar informações e direitos é crime, e esse crime vem sendo cometido sistematicamente por quem garante que as vacinas são seguras.

Na questão das vacinas infantis, as medidas estatais são patentemente ditatoriais. Enquanto em países muito mais desenvolvidos do que o Brasil, como a Austrália, os pais têm a liberdade total de vacinar ou não, no Brasil os médicos de hospitais públicos são obrigados a vacinar as crianças e os pais são obrigados a levá-las para vacinar.

Com tanta sonegação de direitos e informações no Brasil, é vital que questionemos e assumamos posturas que defendam nosso direito natural de decidir na área de educação e saúde. Desde a publicação do meu artigo “O que está por trás da campanha Brasil Livre da Rubéola?”, dezenas de sites, blogs e até jornais o reproduziram, tornando acessível aos brasileiros o direito básico de ter informações de saúde e fazer suas próprias escolhas, sem nenhuma coerção governamental.

No entanto, no que depender do governo, ninguém deverá escapar do “direito democrático” de se vacinar. Mesmo com riscos para a população, o Ministro pró-aborto está determinado a levar adiante sua estranha campanha, e um jornal do interior disse: “Vacinação virou programa de família!”[9] Isto é, em resposta à resistência de muitas pessoas, agora caberá aos agentes de saúde acharem, identificarem e vacinarem os “rebeldes”, em nome do programa “saúde da família”. Pena que por trás do bonito nome esconda-se o veneno da intromissão estatal.

Cuidado! O governo comuno-fascista-vacinal está em ação.

Fonte: Julio Severo

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