-A finalidade da Cruz de Cristo

“Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim…” (Gl 2.19b-20).

A ilusão do “símbolo” do cristianismo

Os elementos anticristãos do mundo secular dariam tudo para conseguir eliminar manifestações públicas da cruz. Ainda assim, ela é vista no topo das torres de dezenas de milhares de igrejas, nas procissões, sendo freqüentemente feita de ouro e até ornada com pedras preciosas. A cruz, entretanto, é exibida mais como uma peça de bijuteria ao redor do pescoço ou pendurada numa orelha do que qualquer outra coisa. É preciso perguntarmos através de que tipo estranho de alquimia a rude cruz, manchada do sangue de Cristo, sobre a qual Ele sofreu e morreu pelos nossos pecados se tornou tão limpa, tão glamourizada.

Não importa como ela for exibida, seja até mesmo como joalheria ou como pichação, a cruz é universalmente reconhecida como símbolo do cristianismo – e é aí que reside o grave problema. A própria cruz, em lugar do que nela aconteceu há 19 séculos, se tornou o centro da atenção, resultando em vários erros graves. O próprio formato, embora concebido por pagãos cruéis para punir criminosos, tem se tornado sacro e misteriosamente imbuído de propriedades mágicas, alimentando a ilusão de que a própria exibição da cruz, de alguma forma, garante proteção divina. Milhões, por superstição, levam uma cruz pendurada ao pescoço ou a tem em suas casas, ou fazem “o sinal da cruz” para repelir o mal e afugentar demônios. Os demônios temem a Cristo, não uma cruz; e qualquer um que não foi crucificado juntamente com Ele, exibe a cruz em vão.

A “palavra da cruz”: poder de Deus

Paulo afirmou que a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (1 Co 1.18). Assim sendo, o poder da cruz não reside na sua exibição, mas sim na sua pregação; e essa mensagem nada tem a ver com o formato peculiar da cruz, e sim com a morte de Cristo sobre ela, como declara o evangelho. O evangelho é “o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.16), e não para aqueles que usam ou exibem, ou até fazem o sinal da cruz.

O que é esse evangelho que salva? Paulo afirma explicitamente: “venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei… por ele também sois salvos… que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15.1-4). Para muitos, choca o fato do evangelho não incluir a menção de uma cruz. Por quê? Porque a cruz não era essencial à nossa salvação. Cristo tinha que ser crucificado para cumprir a profecia relacionada à forma de morte do Messias (Sl 22), não porque a cruz em si tinha alguma ligação com nossa redenção. O imprescindível era o derramamento do sangue de Cristo em Sua morte como prenunciado nos sacrifícios do Antigo Testamento, pois “sem derramamento de sangue não há remissão” (Hb 9.22); “é o sangue que fará expiação em virtude da vida” (Lv 17.11).

Não dizemos isso para afirmar que a cruz em si é insignificante. O fato de Cristo ter sido pregado numa cruz revela a horripilante intensidade da maldade inata ao coração de cada ser humano. Ser pregado despido numa cruz e ser exibido publicamente, morrer lentamente entre zombarias e escárnios, era a morte mais torturantemente dolorosa e humilhante que poderia ser imaginada. E foi exatamente isso que o insignificante ser humano fez ao seu Criador! Nós precisamos cair com o rosto em terra, tomados de horror, em profundo arrependimento, dominados pela vergonha, pois não foram somente a turba sedenta de sangue e os soldados zombeteiros que O pregaram à cruz, mas sim nossos pecados!

A cruz revela a malignidade do homem e o amor de Deus

Assim sendo, a cruz revela, pela eternidade adentro, a terrível verdade de que, abaixo da bonita fachada de cultura e educação, o coração humano é “enganoso… mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto” (Jr 17.9), capaz de executar o mal muito além de nossa compreensão, até mesmo contra o Deus que o criou e amou, e que pacientemente o supre. Será que alguém duvida da corrupção, da maldade de seu próprio coração? Que tal pessoa olhe para a cruz e recue dando uma reviravolta, a partir de seu ser mais interior! Não é à toa que o humanista orgulhoso odeia a cruz!

Ao mesmo tempo que a cruz revela a malignidade do coração humano, entretanto, ela revela a bondade, a misericórdia e o amor de Deus de uma maneira que nenhuma outra coisa seria capaz. Em contraste com esse mal indescritível, com esse ódio diabólico a Ele dirigido, o Senhor da glória, que poderia destruir a terra e tudo o que nela há com uma simples palavra, permitiu-se ser zombado, injuriado, açoitado e pregado àquela cruz! Cristo “a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz” (Fp 2.8). Enquanto o homem fazia o pior, Deus respondia com amor, não apenas Se entregando a Seus carrascos, mas carregando nossos pecados e recebendo o castigo que nós justamente merecíamos.

A cruz prova que existe perdão para o pior dos pecados

Existe, ainda, um outro sério problema com o símbolo, e especialmente o crucifixo católico que exibe um Cristo perpetuamente pendurado na cruz, assim como o faz a missa. A ênfase está sobre o sofrimento físico de Cristo como se isso tivesse pago os nossos pecados. Pelo contrário, isso foi o que o homem fez a Ele e só podia nos condenar a todos. Nossa redenção aconteceu através do fato de que Ele foi ferido por Jeová e “sua alma [foi dada] como oferta pelo pecado” (Is 53.10); Deus fez “cair sobre ele a iniqüidade de nós todos” (Is 53.6); e “carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados” (1 Pe 2.24).

A morte de Cristo é uma evidência irrefutável de que Deus precisa, em Sua justiça, punir o pecado, que a penalidade precisa ser paga, caso contrário não pode haver perdão. O fato de que o Filho de Deus teve que suportar a cruz, mesmo depois de ter clamado a Seu Pai ao contemplar em agonia o carregar de nossos pecados [“Se possível, passe de mim este cálice!” (Mt 26.39)], é prova de que não havia outra forma de o ser humano ser redimido. Quando Cristo, o perfeito homem, sem pecado e amado de Seu Pai, tomou nosso lugar, o juízo de Deus caiu sobre Ele em toda sua fúria. Qual deve ser, então, o juízo sobre os que rejeitam a Cristo e se recusam a receber o perdão oferecido por Ele! Precisamos preveni-los!

Ao mesmo tempo e no mesmo fôlego que fazemos soar o alarme quanto ao julgamento que está por vir, precisamos também proclamar as boas notícias de que a redenção já foi providenciada e que o perdão de Deus é oferecido ao mais vil dos pecadores. Nada mais perverso poderia ser concebido do que crucificar o próprio Deus! E ainda assim, foi estando na cruz que Cristo, em seu infinito amor e misericórdia, orou: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34). Assim sendo, a cruz também prova que existe perdão para o pior dos pecados, e para o pior dos pecadores.

Cuidado: não anule a cruz de Cristo!

A grande maioria da humanidade, entretanto, tragicamente rejeita a Cristo. E é aqui que enfrentamos outro perigo: é que em nosso sincero desejo de vermos almas salvas, acabamos adaptando a mensagem da cruz para evitar ofender o mundo. Paulo nos alertou para tomarmos cuidado no sentido de não pregar a cruz “com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo” (1 Co 1.17). Muitos pensam: “É claro que o evangelho pode ser apresentado de uma forma nova, mais atraente do que o fizeram os pregadores de antigamente. Quem sabe, as técnicas modernas de embalagem e vendas poderiam ser usadas para vestir a cruz numa música ou num ritmo, ou numa apresentação atraente assim como o mundo comumente faz, de forma a dar ao evangelho uma nova relevância ou, pelo menos, um sentido de familiaridade. Quem sabe poder-se-ia lançar mão da psicologia, também, para que a abordagem fosse mais positiva. Não confrontemos pecadores com seu pecado e com o lado sombrio da condenação do juízo vindouro, mas expliquemos a eles que o comportamento deles não é, na verdade, culpa deles tanto quanto é resultante dos abusos dos quais eles têm sido vitimados. Não somos todos nós vítimas? E Cristo não teria vindo para nos resgatar desse ato de sermos vitimados e de nossa baixa perspectiva de nós mesmos e para restaurar nossa auto-estima e auto-confiança? Mescle a cruz com psicologia e o mundo abrirá um caminho para nossas igrejas, enchendo-as de membros!” Assim é o neo-evangelicalismo de nossos dias.

Ao confrontar tal perversão, A. W. Tozer escreveu: “Se enxergo corretamente, a cruz do evangelicalismo popular não é a mesma cruz que a do Novo Testamento. É, sim, um ornamento novo e chamativo a ser pendurado no colo de um cristianismo seguro de si e carnal… a velha cruz matou todos os homens; a nova cruz os entretêm. A velha cruz condenou; a nova cruz diverte. A velha cruz destruiu a confiança na carne; a nova cruz promove a confiança na carne… A carne, sorridente e confiante, prega e canta a respeito da cruz; perante a cruz ela se curva e para a cruz ela aponta através de um melodrama cuidadosamente encenado – mas sobre a cruz ela não haverá de morrer, e teimosamente se recusa a carregar a reprovação da cruz.”

A cruz é o lugar onde nós morremos em Cristo

Eis o “x” da questão. O evangelho foi concebido para fazer com o eu aquilo que a cruz fazia com aqueles que nela eram postos: matar completamente. Essa é a boa notícia na qual Paulo exultava: “Estou crucificado com Cristo”. A cruz não é uma saída de incêndio pela qual escapamos do inferno para o céu, mas é um lugar onde nós morremos em Cristo. É só então que podemos experimentar “o poder da sua ressurreição” (Fp 3.10), pois apenas mortos podem ser ressuscitados. Que alegria isso traz para aqueles que há tempo anelam escapar do mal de seus próprios corações e vidas; e que fanatismo isso aparenta ser para aqueles que desejam se apegar ao eu e que, portanto, pregam o evangelho que Tozer chamou de “nova cruz”.

Paulo declarou que, em Cristo, o crente está crucificado para o mundo e o mundo para ele (Gl 6.14). É linguagem bem forte! Este mundo odiou e crucificou o Senhor a quem nós amamos – e, através desse ato, crucificou a nós também. Nós assumimos uma posição com Cristo. Que o mundo faça conosco o que fez com Ele, se assim quiser, mas fato é que jamais nos associaremos ao mundo em suas concupiscências e ambições egoístas, em seus padrões perversos, em sua determinação orgulhosa de construir uma utopia sem Deus e em seu desprezo pela eternidade.

Crer em Cristo pressupõe admitir que a morte que Ele suportou em nosso lugar era exatamente o que merecíamos. Quando Cristo morreu, portanto, nós morremos nEle: “…julgando nós isto: um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Co 5.14-15).

“Mas eu não estou morto”, é a reação veemente. “O eu ainda está bem vivo.” Paulo também reconheceu isso: “…não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7.19). Então, o que é que “estou crucificado com Cristo” realmente significa na vida diária? Não significa que estamos automaticamente “mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus” (Rm 6.11). Ainda possuímos uma vontade e ainda temos escolhas a fazer.

O poder sobre o pecado

Então, qual é o poder que o cristão tem sobre o pecado que o budista ou o bom moralista não possui? Primeiramente, temos paz com Deus “pelo sangue da sua cruz” (Cl 1.20). A penalidade foi paga por completo; assim sendo, nós não tentamos mais viver uma vida reta por causa do medo de, de outra sorte, sermos condenados, mas sim por amor Àquele que nos salvou. “Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (1 Jo 4.19); e o amor leva quem ama a agradar o Amado, não importa o preço. “Se alguém me ama, guardará a minha palavra” (Jo 14.23), disse o nosso Senhor. Quanto mais contemplamos a cruz e meditamos acerca do preço que nosso Senhor pagou por nossa redenção, mais haveremos de amá-lO; e quanto mais O amarmos, mais desejaremos agradá-lO.

Em segundo lugar, ao invés de “dar duro” para vencer o pecado, aceitamos pela fé que morremos em Cristo. Homens mortos não podem ser tentados. Nossa fé não está colocada em nossa capacidade de agirmos como pessoas crucificadas mas sim no fato de que Cristo foi crucificado de uma vez por todas, em pagamento completo por nossos pecados.

Em terceiro lugar, depois de declarar que estava “crucificado com Cristo”, Paulo acrescentou: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2.20). O justo “viverá por fé” (Rm 1.17; Gl 3.11; Hb 10.38) em Cristo; mas o não-crente só pode colocar sua fé em si mesmo ou em algum programa de auto-ajuda, ou ainda num guru desses bem esquisitos.

A missa: negação da suficiência da obra de Cristo na cruz

Tristemente, a fé católica não está posta na redenção realizada por Cristo de uma vez para sempre na cruz, mas na missa, que, alegadamente, é o mesmo sacrifício como o que foi feito na cruz, e confere perdão e nova vida cada vez que é repetida. Reivindica-se que o sacerdote transforma a hóstia e o vinho no corpo literal e no sangue literal de Cristo, fazendo com que o sacrifício de Cristo esteja perpetuamente presente. Mas não há como trazer um evento passado ao presente. Além do mais, se o evento passado cumpriu seu propósito, não há motivo para querer perpetuá-lo no presente, mesmo que pudesse ser feito. Se um benfeitor, por exemplo, paga ao credor uma dívida que alguém tem, a dívida sumiu para sempre. Seria sem sentido falar-se em reapresentá-la ou reordená-la ou perpetuar seu pagamento no presente. Poder-se-ia lembrar com gratidão que o pagamento já foi feito, mas a reapresentação da dívida não teria valor ou sentido uma vez que já não existe dívida a ser paga.

Quando Cristo morreu, Ele exclamou em triunfo: “Está consumado” (Jo 19.30), usando uma expressão que, no grego, significa que a dívida havia sido quitada totalmente. Entretanto, o novo Catecismo da Igreja Católica diz: “Como sacrifício, a Eucaristia é oferecida como reparação pelos pecados dos vivos e dos mortos, e para obter benefícios espirituais e temporais de Deus” (parágrafo 1414, p. 356). Isso equivale a continuar a pagar prestações de uma dívida que já foi plenamente quitada. A missa é uma negação da suficiência do pagamento que Cristo fez pelo pecado sobre a cruz! O católico vive na incerteza de quantas missas ainda serão necessárias para fazê-lo chegar ao céu.

Segurança para o presente e para toda a eternidade

Muitos protestantes vivem em incerteza semelhante, com medo de que tudo será perdido se eles falharem em viver uma vida suficientemente boa, ou se perderem sua fé, ou se voltarem as costas a Cristo. Existe uma finalidade abençoada da cruz que nos livra dessa insegurança. Cristo jamais precisará ser novamente crucificado; nem os que “foram crucificados com Cristo” ser “descrucificados” e aí “recrucificados”! Paulo declarou: “porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus” (Cl 3.3). Que segurança para o presente e para toda a eternidade! (Dave Hunt – TBC 10/95 – traduzido por Eros Pasquini, Jr.).

Fonte: www.chamada.com.br

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0 Responses to -A finalidade da Cruz de Cristo

  1. Sebasthian Espinheira sê:

    Excelente o comentário. Seria bom que todas as pessoas tivessem acesso a essas informações. Certamente ao ser alcançadas pela verdade da cruz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo o mundo seria um lugar melhor de se viver.
    Sebasthia Espinheira
    Santa Luzia – Ba.

  2. JOANA DARQUE OLIVEIRA DE CHRISTO sê:

    Eu louvo e agradeço a Deus por levantar pessoas tão sábias que nos trazem palavras,informações e orientaçãoes tão edificantes como esta que acabei de ler. Glória a Deus,meu coração se rejubila em entender bem mais o que significa a morte e a ressurreição do meu amado Jesus para minha vida e para todos que o recebem.Que Deus me capacite para levar esta Boa Notícia aos que passarem pela minha vida.

  3. muito importante a mensagem da cruz, o comentário que lí, é muito edificante e vem confirmar a nossa crença na mensagem magnífica da cruz, que deus o ilimine cada vez mais. um abraço.

  4. sergio sê:

    MARAVILHOSO ACONTCIMENTO, POR NOS MOSTROU TÃO GRANDE AMOR, AMOR ESTE INCOMPARAVÉL, COM PALAVRAS É MUITO DIFICIL ESCREVER, IMAGINE O MUNDO SEM ESTE ACONTECIMENTO, IMAGINE O MUNDO SEM JESUS, QUE O SEU SANGUE PRECIOSO VERTIDO ALI NO CALVÁRIO POSSA CADA DIA MAIS, ENCORAJARNOS A LEVAR SUA MENSAGEM DE SALVAÇÃO AQUELES QUE NÃO ACREDITAM. DEUS SEJA LOUVADO E ENGRANDECIDO.

  5. Francisco D. da Silva sê:

    O texto nos mostra a grandeza do Próprio Jesus e a seriedade da
    Sua cruz, e vendo os últimos fatos (Israel X Palestina) refletimos porque muitos tem dificuldades em aceitá-lo, afinal renunciar e perdoar às vezes nos parece impossível. A humildade é grande começo.

  6. Poucos dos fihos de Deus têm o privilégio de alcançar o sentido verdadeiro da cruz em que Cristo foi crucificado. Um número menor ainda estão dispostos a abandonar a cruz em favor do sangue derramado nela e, talvez, somente aqueles que uma vez com Cristo, não conseguiram sobreviver a mais de um dia, morrendo diariamente para si mesmos e em Cristo Jesus.

  7. EV.JOÃO BATI STA sê:

    este saite e um benção, quero recebe msg de voceis, referente a biblia e estudo biblico,muito obrigado sallon.

  8. Carlos Gemino sê:

    Glória a Deus por esta leitura que eu fiz hoje. Tirei muitas referencias para pesquisar na Bíblia e ter um fundamento especial para quando eu for dar uma palavra para alguém que precise de Cristo, como um dia também precisei ouvir. Estou com o meu coração cheio da Paz Divina e sentindo a Glória de Deus.
    Jesus te ama.

  9. Gleiton sê:

    Discordo plenamente de que a cruz seja vista como algo ruim à nós cristãos!

    Paulo nos diz na Epístola aos Ciríntios, Cap1, vers 17 – 24

    “17. Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar o Evangelho; e isso sem recorrer à habilidade da arte oratória, para que não se desvirtue a cruz de Cristo.
    18. A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina.
    19. Está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e anularei a prudência dos prudentes (Is 29,14).
    20. Onde está o sábio? Onde o erudito? Onde o argumentador deste mundo? Acaso não declarou Deus por loucura a sabedoria deste mundo?
    21. Já que o mundo, com a sua sabedoria, não reconheceu a Deus na sabedoria divina, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura de sua mensagem.
    22. Os judeus pedem milagres, os gregos reclamam a sabedoria;
    23. mas nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos;
    24. mas, para os eleitos – quer judeus quer gregos -, força de Deus e sabedoria de Deus.”

    O simbolismo da cruz, no meio Católico, não significa que estamos repetindo o martírio de nosso Senhor Jesus Cristo, mas uma recordação em ato de fé, de que atravéz da glória de Deus, na cruz, fomos libertos de todo o pecado!

    Vocês acham que Jesus, sendo Deus, sabendo de todas as coisas, evitaria a cruz por apenas ser algo de sofrimento da carne dEle?
    Não!
    Cristo sabe de tudo, e viu que era extremamente necessário morerr em carne, para que todos nós fosse-mos salvos, por Ele. Cristo cruxificado não é um sinal de perversidade humana, de maldição.. mas sinal de SALVAÇÃO, de GLÓRIA!
    Deus quis tornar a cruz necessária, pois se Ele não quizesse usar da cruz, e nos redimir de outra forma, Ele a faria, pois Ele é Deus.

    O Apóstolo Pedro, quando negou que Cristo seguisse seu destino, a Cruxificação, oq o Senhor disse?

    “Aparta-te de mim Satanás”

    Cristo sabe que a cruz é necessária à salvação, se ele morreu em corpo e depois ressuscitou, usou da cruz, e a cruz é o sinal desta redenção, pq pela cruz ele faleceu.. pela cruz remiu o mundo!

    Então, como no vers.18, do cap.1 da Carta aos Coríntios, a linguagem da cruz, Cristo e a Cruz, é SINAL de salvação! Pois para os judeus, gregos e pagãos, Deus não poderia morrer e ressuscitar..
    Tanto é que os judeus até hoje esperam o Messias.. =S

    Se Cristo dissesse que a “linguagem de Cristo morto e ressuscitado” fosse a salvação e não que a “linguagem da CRUZ com o Cristo” é sinal de salvação, aí sim não usaría-mos da cruz como um sinal de fé!

    Fazer o sinal da CRUZ, não é pregar Cristo outra vez, mas é reconhecer-se Cristão verdadeiro, pela Glória de Deus na cruz.

    Usar a CRUZ num cordão, num anel, ou seja lá onde for, também não é cruxificar a Jesus outra vez, como maldição, mas demonstração do Jesus que seguimos, do Cristo que tanto nos amou, e por este amor se permitiu morrer numa CRUZ e ressuscitar, pois Ele se permitiu a isto. Sendo assim, Ele sendo Deus, poderia ter evitado, mas foi obediente ao Pai e usou da cruz…

    Católicos, não somos crucificadores, mas obedientes à linguagem da Cruz, sinal da nossa salvação!

    Irmão, quanta ignorância em falar que a SANTA MISSA é desnecessária..

    Vejamos:

    Evangelho seg. João – Cap 6, vers 48 a 59

    “48. Eu sou o pão da vida.
    49. Vossos pais, no deserto, comeram o maná e morreram.
    50. Este é o pão que desceu do céu, para que não morra todo aquele que dele comer.
    51. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo.
    52. A essas palavras, os judeus começaram a discutir, dizendo: Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne?
    53. Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos.
    54. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.
    55. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida.
    56. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
    57. Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim.
    58. Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente.
    59. Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum.”

    Como vemos aqui, Cristo disse que quem come a carne dEle e bebedo sangue dEle, terá vida eterna e renova a aliança com Ele!

    Vejamos também aqui, nos Atos dos Apóstolos, Cap.20 vers.7 – 11

    “7. No primeiro dia da semana, estando nós reunidos para partir o pão, Paulo, que havia de viajar no dia seguinte, conversava com os discípulos e prolongou a palestra até a meia-noite.
    8. Havia muitas lâmpadas no quarto, onde nos achávamos reunidos.
    9. Acontece que um moço, chamado Êutico, que estava sentado numa janela, foi tomado de profundo sono, enquanto Paulo ia prolongando seu discurso. Vencido pelo sono, caiu do terceiro andar abaixo, e foi levantado morto.
    10. Paulo desceu, debruçou-se sobre ele, tomou-o nos braços e disse: Não vos perturbeis, porque a sua alma está nele.
    11. Então subiu, partiu o pão, comeu falou-lhes largamente até o romper do dia. Depois partiu.”

    O que fez Paulo, senão repetir oq Cristo ordenou?
    Paulo com os discípulos, repartiram o pão, obedientes à Cristo de repetir a sua Santa Ceia.

    veja oq Jesus diz, quando lhe pedem para dar-lhes sempre o seu corpo, o pão..

    34. Disseram-lhe: Senhor, dá-nos sempre deste pão!
    35. Jesus replicou: Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede.
    36. Mas já vos disse: Vós me vedes e não credes…
    37. Todo aquele que o Pai me dá virá a mim, e o que vem a mim não o lançarei fora.
    38. Pois desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.

    Jesus edificou a Igreja sobre Pedro, para a continuação deste Ministério de Evangelização, teria de haver a sucessão dos Apóstolos, para que a obra continuasse.. e assim é até hoje, com o Sumo Pontífice Bento XVI.

    Católicos Apostólicos Romanos, amamos a Cristo cuxificado pq nos amou lá, pregamos Cristo VIVO que ressuscitou e mostrou sua glória em toda a Missa, e adoramos o Corpo e o Sangue transubstanciado pelas mãos dos sacerdotes! Pois Deus deu à seus Apóstolos o poder de fazer tais coisas!

    PAX

  10. Hunaldo sê:

    Que conquista? Assassinaram um homem e depois o transformaram num Redentor.
    Que conquista poderia vir de um bando de assassinos crucificando um homem?
    Me dirão: foi para a expiação do pecado de toda humanidade. Quê! Se o Oni-
    potente desejasse expiar a maldade humana, era só fazê-lo e pronto. Não pre-
    cisava que um bando estúpido crucificasse um homem. E dizer que isso foi a
    maior conquista da humanidade, parece-me até blasfematório.
    Só sei que meu bondoso coração ateu, não me permitiria crucificar um ho-
    mem mesmo que fosse isso necessário para minha eterna redenção.
    Quem morreu naquela cruz, foi apenas um idealista que desejou libertar o po-
    judeu do jugo romano, nada mais que isso.

  11. hunaldofilosofando sê:

    A Cruz e a Corda

    Devevemos lembar sim a horrenda cruz do Cristo. Mas cometemos um erro grave em nunca nos lembrarmos com igual dor, a corda do miserável Judas, com a qual se enforcou. Ele também foi fundamental no lance de nossa redenção.

  12. Taian sê:

    Obrigada! Obrigada por essas informações!
    A cada dia devemos procurar saber mais sobre nosso Salvador!
    Agradeço de coração e enfatizo a importância de se ter textos que falem sobre ELE e pessoas dispostas a expô-los!
    Obrigada.
    Taian.

  13. Laura sê:

    “O simbolismo da cruz, no meio Católico, não significa que estamos repetindo o martírio de nosso Senhor Jesus Cristo, mas uma recordação em ato de fé, de que atravéz da glória de Deus, na cruz, fomos libertos de todo o pecado!”

    “Cristo cruxificado não é um sinal de perversidade humana, de maldição.. mas sinal de SALVAÇÃO, de GLÓRIA!”

    “Católicos, não somos crucificadores, mas obedientes à linguagem da Cruz, sinal da nossa salvação!”

    É incrível, Gleiton, como vc sempre diz as coisas certas nos momentos certos.
    Pra aqueles que discordam: nós, católicos, para sempre nos lembraremos de quem nos salvou, seja o Jesus histórico, reconhecido por Hunaldo, ou Jesus – o ungido, Aquele que salva – pouco amado!
    Para nós, a cruz é o maior símbolo de amor e sacrifício.
    Se para vocês isso é um mistério muito grande ou uma enorme blasfêmia… só posso orar por vocês.

    paz e bem!

  14. Levi de Oliveira Barros sê:

    MEU CARO HUNALDO ESPERO QUE VOCÊ POSSA DA UMA OPORTUNIDADE PARA JESUS EM SUA VIDA. PARA QUE O ESPIRITO SANTO POSSA AGIR EM SUA VIDA POIS E ELE QUE CONVENCE O HOMEM DO PECADO E DO JUIZO LEIA APOCALIPSE POR FAVOR CAP.21 VEC.8 JESUS TE AMA POIS ELE MORREU PRA NOS SALVA NÃO DEIXE DE LÊ A BIBLIA POIS SÓ ELA PODER FAZER VC MUDA SUA FORMA DE PENSA UM FORTE ABRAÇO E QUE DEUS POSSA MOSTRA A VC QUE ELE E TUDO POIS ELE AMOU O MUNDO DE TAL MANEIRA QUE DEU O SEU ÚNICO FILHO UNIGÊNITO,PARA QUE TODO AQUELE QUE CRER NÃO PEREÇA MAS TENHA A VIDA ETERNA.AMÉM

  15. Prezada Senhora
    Laura,

    Eu não reconheci o Jesus histórico por mim mesmo e nem em análises arqueológicas quaisquer. Apenas parti da premissa que sendo Jesus da linhagem de DAVI através de MARIA, tinha a missão única de libertar Israel do domínio romano e na qualidade de rei. E foi dessa forma que ele entrou em Jeruzalém com a aclamação popular: Hosana ao filho de Davi! Isso significa o quê?

  16. Prezado Senhor
    Levi de Oliveira Barros

    Agradeço-lhe a exortação, mas penso que já completei meu ciclo de estudos bíblicos: Trinta(30)anos de Escola Dominical com os maiores teólogos, nacionais e internacionais, que esta nação pôde conhecer:Laurence Olson, Eurico Bergston,João de Oliveira, Eliseu Gomes, Emílio Conde, João Pereira de Andrade e Silva, Paulo Leivas Macalão, etc.
    Fora estes trinta anos, acrescentei mais dez (10) anos, lendo a Bíblia com meus próprios olhos… e qual o resultado? Acabei a carreira e perdi a fé de morrer buscando a fé. Sim. Quando se lê a Bíblia com os próprios olhos e não com os de outros é infalivelmente isso que acontece.
    Penso que o que não se encontra em quarenta anos, seja inexistente.

  17. Hunaldo, a Palavbra de Deus é diária!
    Deve ser lida a cada dia, meditada em seu coração, pois durante toda a eternidade, vai “falar” contigo n’aquilo que você precisa e deve “ouvir”…
    A Palavra de Deus não é o único lugar por onde Deus fala a nosso coração, mas Ele fala conosco em Oração, fala conosco através de nossos irmãos, de atos, de mistérios, da natureza… Onipresente, Onisciente…
    teologia deve ser estudada não só pelo ponto de vista Protestante, mas por todos os pontos de vista.. Católico, Protestante, Judeu…
    A teologia estudada apenas por uma parte, torna-se um estudo anti-doutrinal, de outras religiões.. vc estaria assim estudando algo para combater com verdades e mentiras de outras doutrinas, sem se abrir ao espírito Santo de Deus, para que possa compreender onde está a verdade.

  18. Hunalo, con

    viveu com missionários, pastores e grandes ensinadores dos nossos
    empos que DEUS CRIADOR, NOSSO SENHOR E PAI te abençoe.

  19. luizinho sê:

    hunaldo, 40 anos estudando a biblia, e nao aprendeu o fundamental. ou voce tem o coracao de pedra, ou a biblia e mentirosa.(fico com a primeira opcao). joao 3:16 pra voce e joao 3:36. que as bencaos de Deus cheguem ate a sua casa. amem.

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